Dica simples para elevar sua Inteligência Emocional

Dica simples para elevar sua Inteligência Emocional

Dica simples para elevar sua Inteligência Emocional

Há muito se fala sobre a importância do desenvolvimento de nossas habilidades em lidar com nossas emoções, sabendo identifica-las, classifica-las e gerenciá-las. A esta competência dá-se o nome de Inteligência Emocional (IE). Seja para enfrentar nossos próprios desafios, tomar atitudes de mudança, criar soluções, inovar ou para nos relacionar com outras pessoas, a habilidade de gerenciar nossas emoções vem sido reconhecida como imprescindível.

Por Quille 24/11/2017 – 09h47

Estatísticas mostram que uma pessoa com alto QI – coeficiente de Inteligência Analítico, pode ser contratado por uma empresa, mas se, ao longo de sua trajetória apresenta um baixo QE – coeficiente de Inteligência Emocional, acaba sendo facilmente demitido. A habilidade em lidar com as emoções tem se tornado cada vez mais importante em um cenário de menos atividades repetitivas e manuais, no qual os profissionais têm sido mais exigidos quanto à sua capacidade de criar, de resolver problemas complexos, de se conectar e se relacionar com outras pessoas para gerar valor superior aos valores gerados individualmente.

Em 2016, no World Economic Forum – Fórum Econômico Mundial, evento que reúne, anualmente, líderes empresariais, políticos, acadêmicos e jornalistas de todo o mundo para discutirem os desafios enfrentados hoje e que serão enfrentados futuramente no mundo, os especialistas listaram a Inteligência Emocional como sendo uma das 10 habilidades mais importantes para os profissionais de 2020. Na lista, a competência da Inteligência Emocional é classificada em 6º lugar no ranking de importância, ficando atrás de Resolução de Problemas, Pensamento Crítico, Criatividade, Gestão de Pessoas e Trabalho em Equipe. A lista ainda apresenta a Tomada de Decisão, Orientação para o Cliente, Negociação e Flexibilidade Cognitiva como as demais competências de maior relevância para o profissional do futuro.

Venho estudando o tema há algum tempo e observando o quanto a maturidade emocional faz diferença na conquista de propósitos e objetivos dos profissionais. Ao ver a lista do World Economic Forum me perguntei: “Será que um profissional com baixa maturidade emocional pode ser bem-sucedido na Resolução de Problemas, Pensamento Crítico, Criatividade, Gestão de Pessoas e Trabalho em Equipe? Principalmente saber lidar com as grandes mudanças e desafios que o mundo vem apresentando a nós seres humanos? ”.

Na minha visão a competência da Inteligência Emocional deveria encabeçar a lista.

Para minha surpresa encontrei uma reclassificação destas competências feita pela XIV conferência de Recursos Humanos de Portugal que colocou a Inteligência Emocional em primeiro lugar na lista – (Veja a figura acima!)

Reconhecida a importância e relevância desta competência tanto na vida pessoal quanto na vida profissional, fica a pergunta: Como desenvolver a Inteligência Emocional em indivíduos, equipes e organizações?

Em meus estudos e observações, tenho concluído que existem diversas formas de desenvolve-la, e todas elas passam por um processo de autoconhecimento, auto-observação e aplicação prática. Atividades em equipe, relações difíceis e conflituosas, dentre outras, exigem muito dos profissionais, mas a maturidade só vem se tais experiências são observadas com atenção, consciência e com o propósito de aprendizagem e evolução contínuo.

Uma forma bastante prática e efetiva na elevação da maturidade emocional reside na mudança consciente de modelos mentais. Não tenho dúvida de que a forma com que enxergamos o mundo e as pessoas à nossa volta é a que determina as reações que teremos frente aos estímulos que nos são apresentados.

Veja como exemplo as diversas reações que os profissionais, de forma geral, apresentam ao receber um novo desafio no trabalho, seja uma nova tarefa ou um novo problema que surgiu para ser resolvido.

Num primeiro grupo, poderíamos identificar alguns mais negativos e temperamentais que, em situações como estas, chegam a se irritar e retribuem com comentários impróprios e até agressivos. Uma das possíveis razões para este comportamento reside no fato de que estes profissionais podem, como modelo mental, encarar as organizações, os líderes e mesmo as situações adversas como exploradoras, que sugam sua energia, que só fazem para lhe prejudicar, ou mesmo que já têm trabalho demais, que não são pagos o suficiente para isso, ou até que são desfavorecidos frente aos demais e assim por diante.

Num segundo grupo, estariam outros mais neutros que podem não manifestar nada, mas internamente sentem um certo desconforto e insatisfação por terem sido tirados da zona de conforto. Um provável modelo mental deste grupo é o de que são pagos para seguir ordens, que são inferiores a seus chefes, que não podem mudar a situação, mas se sentem, de certa forma injustiçados e insatisfeitos com o que fazem.

Como um terceiro grupo poderíamos encontrar alguns poucos otimistas que percebem o novo desafio como uma nova oportunidade de aprendizagem e desenvolvimento, buscando fazer seu melhor para entregar os resultados. Estes profissionais provavelmente possuem, como modelo mental, um pensamento de que precisam ser desafiados para aprenderem e crescerem em suas carreiras, se sentem valorizados por lhes confiarem novas atribuições, têm o gosto por aprender e se relacionarem com pessoas e contextos diferentes.

É possível encontrar ainda um quarto grupo, já num outro extremo, composto por alguns competidores compulsivos que buscarão sair na frente só para mostrarem superioridade frente aos demais membros da equipe. Não é difícil identificar o modelo mental destes profissionais. Encaram a vida como uma grande competição e um grande jogo, no qual só há um vencedor e este precisa ser ele.

A regra de ouro no trabalho com as emoções está no equilíbrio e na ponderação. Os extremos quase nunca são benéficos, assim como a apatia total ou ausência de emoções não contribuem para a obtenção de resultados. Emoção é vida, é energia e faz parte da realização humana.

Se quer encarar novos desafios com maturidade emocional fica aqui a dica: encare tudo como uma grande oportunidade de aprendizagem e de crescimento pessoal e profissional. Aprenda a gostar das novas descobertas e se dedique para extrair e colocar o máximo de valor em cada experiência. Considere o aprendizado como algo que será incorporado a sua história e seu legado, como um patrimônio vitalício intelectual, emocional e até espiritual. Desta forma, mesmo que as coisas não saiam como você planejou ou os resultados não sejam os mais satisfatórios, não há como sair sem ter aprendido algo que te deixe melhor preparado para desafios futuros, em todas as situações você se sentirá realizado e grato pela oportunidade. As pessoas à sua volta perceberão esta maturidade em seu comportamento e fatalmente passarão a confiar mais em você.

Lembre-se, um profissional, assim como um bom atleta, precisa desenvolver suas habilidades pela prática e aperfeiçoamento constantes. Ao encarar todo desafio como mais uma oportunidade de aprendizado e crescimento, certamente seus comportamentos e atitudes demonstrarão cada dia mais maturidade e profissionalismo, que culminarão no rápido desenvolvimento de habilidades, que geram valor de verdade para você e para o mundo.

Nós da Quille nos preocupamos em despertar a consciência acerca dos aspectos que envolvem a identificação, seleção e gerenciamento das emoções em todos nossos cursos. Buscamos conceituar, significar e dar ferramentas simples e práticas que possam ser aplicadas juntamente com os conceitos trabalhados em cada tema, seja ele inovação, liderança ou gestão.

E você como tem buscado desenvolver sua Inteligência Emocional?

Deixe aqui sua dúvida ou comentário para que possamos enriquecer este importante debate.

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Produtividade X Eficiência X Valor Agregado

Produtividade X Eficiência X Valor Agregado

Produtividade X Eficiência X Valor Agregado

Você, sua equipe e sua organização têm buscado serem mais produtivos e eficientes? Qual a estratégia vocês têm utilizado? Fazer mais quantidade com menos recurso?
Muito tem se falado de empresas, equipes e pessoas produtivas e muito se fala também em Eficiência. Qual a diferença entre um e outro? Qual deles as organizações, equipes e profissionais devem perseguir com maior empenho e energia?

Por Quille 10/02/2019 – 13h13

O congresso de 2017 teve como tema “Propósito: o ideal que move o mundo”, trazendo aos participantes reflexões sobre “Propósito, Motivação e F

Em uma época em que a Inteligência Artificial e os robôs ameaçam a extinção de funções e empregos ocupados por humanos, convido a todos a refletirem comigo sobre estes dois conceitos, que em muitas situações se confundem ou mesmo se complementam.

O conceito de produtividade tomou grande relevância após a revolução industrial, pois a busca por produzir cada vez mais era, e ainda é, incessante. Produtividade nada mais é do que a quantidade de produtos, ou resultados gerados por tempo ou pela quantidade de recursos empregados.

Exemplo: Se um determinado profissional é capaz de montar 10 unidades de serviço por hora, esta é sua produtividade. Se um outro profissional é capaz de produzir, na mesma uma hora, 12 unidades do mesmo serviço, podermos dizer que o segundo profissional é 20% mais produtivo que outro. Ao se buscar igualar todos os funcionários ao segundo, a organização pode incrementar sua produtividade total em aproximadamente 20%. Neste caso não se leva em consideração por quanto tempo os profissionais podem suportar este nível de produtividade, uma vez que podem ser trocados caso comecem a perde-lo.

Quando as empresas aumentam sua produtividade automaticamente estão elevando seu nível de eficiência que nada mais é do que gerar mais resultado com a mesma ou menor quantidade de recursos investidos.

A grande questão que ponho aqui é a de que passemos a considerar fortemente a questão do Valor Agregado, tanto nas atividades individuais quanto nas equipes e organizações, ao invés de só pensarmos em aumentar a quantidade daquilo que já se produz.

Se um determinado profissional, uma equipe ou uma organização se limita a pensar em sempre produzir maior quantidade daquilo que já se produz, corre o risco de se tornar obsoleta ou mesmo ser ultrapassada por outras mais eficientes. Proponho que todos comecem a pensar em como podem gerar mais valor para suas vidas, suas equipes, suas organizações e para o mundo.

Quando instituímos esse modelo mental em nossas vidas, começamos a questionar tudo o que fazemos e tudo o que entregamos, ficamos mais predispostos à mudança e desapegamos com maior facilidade daquilo que já fazemos e percebemos como valor.

Vivi isso em um período de minha carreira profissional em que deixei uma equipe de 70 profissionais para iniciar uma nova área de apenas 4 pessoas. Mudamos toda nossa forma de pensar e de atuar, ao invés de atendermos demandas, passamos a identificar as oportunidades e a gerar as novas demandas. Ao invés de trabalharmos os projetos complexos e longos, demos foco nas pequenas mudanças de alto valor agregado. Substituímos a atenção aos

projetos demandados por áreas específicas para pensarmos em mudanças estruturais e correções focadas na visão da organização e do cliente. O resultado foi surpreendente.

No primeiro ano de atuação a equipe nova e pequena entregou mais da metade dos benefícios financeiros que a equipe de 70 pessoas entregou no ano anterior. Após 5 anos de atuação a pequena equipe chegou a contar com 12 profissionais e entregava, consistentemente, ano contra ano, resultados superiores aos da grande equipe em meu último ano de atuação.

Para gerar este resultado, nosso pequeno grupo lançou mão de princípios utilizados em técnicas de Melhoria de Processos, Gerenciamento de Projetos, Inovação, Agile, Lean, Storytelling, Gerenciamento do Tempo, dentre outros. Passamos a utilizar melhor nosso tempo, nossa mente, nossa capacidade de observar e nos colocar no lugar do cliente e dos demais gestores.

Como seres humanos inteligentes, podemos tornar nosso valor cada vez maior. Para isso precisamos aprender a PENSAR mais do que FAZER. Outro dia em um evento com diversos CEOs de grandes empresas um deles disse que precisamos evoluir naquela máxima de que “Falar é de Prata, Ouvir é de Ouro” para a de que “Falar é de Bronze, Ouvir é de Prata e Pensar é de Ouro”. Concordo totalmente e comprovo os benefícios e resultados com evidências de minha própria vida profissional.

É pensando que mudamos conceitos, mudamos hábitos, tomamos ação, decidimos e nos superamos. Se isso é praticado em nível organizacional, aumentamos consideravelmente a capacidade das organizações em criar, inovar e ampliar seus resultados.

E você, tem buscado aumentar o seu valor agregado para sua equipe, para sua organização e para o mundo?

A Quille consultoria é especializada neste tipo de trabalho e pode apoiá-lo na elaboração de estratégias e capacitar sua equipe nas ferramentas e técnicas adequadas à sua organização.

Conte sempre conosco.

Desejamos que você e sua organização possa constantemente ampliar seu valor para o mundo.

uturo! É possível alcançar realizações profissionais e pessoais sem um porquê bem definido? O que move pessoas e organizações a fazerem mais e melhor todos os dias?”. O que vai de encontro com a proposta de valor da Quille Consultoria em realizar o desenvolvimento organizacional de alto impacto no ambiente de trabalho, dos clientes, e gerar valor real e duradouro.

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Dica prática para a otimização de processos

Dica prática para a otimização de processos

Dica prática para a otimização de processos

A todo tempo, principalmente em épocas de crise, a geração de eficiência é uma máxima em todas as organizações, áreas e departamentos. Toda economia, seja ela financeira, de esforço ou de tempo, acaba contribuindo para que as empresas troquem recursos aplicados em atividades e processos que geram pouco valor por outros que agregam maior valor para a própria organização e para seus clientes.

Por Quille 24/11/2017 – 09h47

A simplificação de processos, tanto para a organização quanto para o cliente, é uma forma de ampliar a percepção de valor agregado e, ao mesmo tempo, economizar esforço, tempo e capital empregado.

As técnicas de análise e otimização de processos favorecem a identificação das oportunidades, a medição dos processos, a elaboração de planos de ação, os testes e a mudança de processos para atingimento dos objetivos buscados.

Uma técnica simples e efetiva é a adotada pela linha do pensamento Lean, uma filosofia de gestão criada por um executivo da Toyota, durante a reconstrução do Japão no período posterior à segunda guerra mundial. Inicialmente adotada nas indústrias Japonesas e atualmente incorporada por organizações em todo o mundo, pode ser aplicada em processos produtivos, processos de gestão e mesmo organizações inteiras, como é o caso de Startups.

A filosofia de gestão Lean consiste em eliminar de todo processo desperdícios de superprodução, tempo de espera, transporte, excesso de processamento, inventário, movimento e defeitos.

Para aplicar imediatamente em sua área ou organização siga os passos abaixo e veja os resultados. Comece com processos simples e menos complexos.

1) Identifique inicialmente o processo ou linha de produção que deseja otimizar

2) Faça uma avaliação superficial do potencial de otimização que o processo pode ter e quanto isso representa de benefício econômico, ou de esforço ou mesmo de qualidade percebida para o cliente antes de começar a empregar ações para otimizá-lo.

3) Uma vez decidida a atuação neste processo monte uma equipe que contenha profissionais competentes, que possuam conhecimentos diversos e estejam dispostos a colaborar. Tente reunir na equipe:

a. Pessoas que conhecem o processo de ponta a ponta ou que conheçam as etapas específicas. O objetivo é que todo o time consiga criar a visão completa de toda a cadeia de atividades até o resultado final;

b. Pessoas que usam o produto final do processo;

c. Pessoas que possuam conhecimentos em outras áreas de conhecimento não necessariamente relacionadas ao processo ou ao produto. Quanto maior a diversidade de experiências mais rica será a capacidade de transformação;

d. Garanta que as pessoas tenham tranquilidade para interagirem sem pressa, sem ego, sem apego e com muita disposição para ouvir e manifestar seus pontos de vista. O foco e a atenção são fundamentais para o melhor resultado de todas as interações;

4) MUITO IMPORTANTE: Estabeleça uma meta de resultado a ser buscada e COMUNIQUE A TODO TEMPO PARA A EQUIPE

5) Faça uma ou quantas reuniões forem necessárias com o mesmo time para:

a. Listar as etapas ou fases do processo;

b. Listar o resultado final do processo e suas variantes;

c. Listar as atividades, recursos, tempo, insumos, fornecedores e etc. utilizados em cada uma das etapas;

d. Listar o tempo total de execução do processo para cada variante de resultado produzido;

Importante: Faça estas reuniões com todos os envolvidos em uma sala única. Utilize um quadro branco, um chart ou papéis adesivos para que todos acompanhem o raciocínio e criem o entendimento comum. Tente utilizar o máximo possível desenhos ilustrativos que deem a visão mais clara dos atores e sequência de eventos. O mais importante é o entendimento mútuo e não um desenho perfeito.

6) Criada a visão atual do processo é hora de avaliar quais atividades, recursos, insumos, fornecedores têm maior relevância na geração/percepção de valor do resultado final, principalmente na visão do cliente

a. Questione, juntamente com o time, o que aconteceria se cada item fosse eliminado?

b. Avalie alternativas para realizar atividades paralelas e encurtar o tempo

c. Avalie possibilidades de troca de atividades, recursos ou outros itens por itens de maior eficiência ou mais otimizados

d. Caso haja dúvida do time quanto aos benefícios ou riscos de se alterar o processo, programe testes controlados, provas de conceito, ou mesmo pilotos e meça a diferença dos resultados para suportar a tomada de decisão

7) Elabore uma lista de ações contendo estimativas de benefício e complexidade de cada sugestão e atribua responsáveis pela entrega

8) Priorize as ações começando das mais simples e de maiores benefícios

9) Grandes ações podem requerer a elaboração de projeto para execução

10) Faça reuniões periódicas para acompanhar as ações e resultados obtidos pela equipe

11) Celebre todo resultado positivo que obtiver, valorize toda ação de colaboração e trabalho em equipe e avalie com o time quanto ainda vale avançar nas melhorias ou quando seja a hora de parar.

12) Tenha paciência para aguardar a evolução da maturidade da equipe e ao mesmo tempo persistência e liderança para continuar engajando, direcionando e apoiando todas as ações até a obtenção final dos resultados. Grandes mudanças são resultados de várias pequenas mudanças orquestradas de forma sistemática.

Nós da Quille consultoria temos profissionais capacitados e com ampla experiência na gestão, melhoria e transformação de processos e resultados. Podemos apoiá-lo tanto na capacitação de suas equipes quanto na condução das ações de otimização.

Solicite uma avaliação de nossa equipe.

Desejamos a você muito sucesso e resultados sempre crescentes e positivos.

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